Respondo-lhe em forma de carta,
caro amigo. Gostaria de saber se, ao chamar-me ordinário, me está a insultar
pessoalmente, ou se está a referir-se às nossas publicações. Considerando que a
mais plausível é a segunda opção, pois nunca lhe dei confiança para a primeira,
gostaria de saber se considera as mesmas provocatórias ou simplesmente
vulgares?
Devo desde já informá-lo de que dispomos de autorização do MAI
(Ministério dos Assuntos Irrelevantes) para abordar temáticas e assuntos de
alta irrelevância nacional, como as disputas intrapartidárias ou as fraquezas
neurológicas do Senhor Presidente, e também de que temos na nossa equipa um
conjunto de advogados reformados dotados de um conjunto de competências
particulares, que lhe trarão certamente muitos dissabores caso persista na sua
intenção de difamar o nosso trabalho. Os nossos melhores cumprimentos à sua
mãezinha.
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