Era mesmo estúpida, o raio da velha. Sentou o cú gordo na
cadeira de chapa verde e desatou a exigir rapidez, que estava com pressa, que
tinha que fazer, que a sopa estava a ferver. Ostentando o ouro e o cabedal,
babava-se a cada colher de sopa. Emborcou os dois salgadinhos, e dirigiu-se ao
balcão. Ainda queria sobremesa mas o anfitrião omitiu-lha. Depois saiu,
carregada de compras, como se nada fosse. Há pessoas assim, que julgam que
estão acima das outras, e que o resto do mundo está constantemente ao seu
serviço. Coitado do marido, se ainda o tem.
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