
Muitos dizem que são seres inanimados, mas não são. São
entidades vivas, únicas, férteis, belas, que fazem a maravilha de adultos e
crianças, que decoram e constroem o mundo em que vivemos. Muito injusta a sua
conotação negativa, que leva a que se lhes comparem seres humanos com
características que não têm nem nunca poderiam ter, pois não pertencem de facto
à espécie que destruirá a Terra – os calhaus dos homens. De facto, são
provavelmente a única coisa que restará, cobrindo as suas sepulturas, como o vêm
fazendo desde a pré história, já para não falar do mau uso que têm tido nos
castigos que os homens impõe uns aos outros. E é tão curioso observar como se
deixam levar pelo mar e pelas crianças, engrossando coleções e histórias nos
seus pequenos bolsos. Quem nunca levou uma pedra para casa, que atire a
primeira.
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