No castelo de Vinqu´ard dorme inquieto o conde Moberg. Consta que
enterrou dezenas de corpos, vítimas das pestes e doutras doenças, debaixo do
soalho da ala norte, para aquecer os quartos com a decomposição destes. À
noite, quando se apagam as luzes, por vezes ainda é possível ver a luminescência
pelas janelas, que embora ténue, chega para lhe iluminar o caminho à casa de
banho, onde vai urinar várias vezes por noite, pois tem a bexiga pequena, e não
suporta a ideia de usar penico, nem a de ter alguém a remexer nos seus dejetos.

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